Hoje eu queria falar sobre as relações humanas. Eu sei que isso parece muito com começo de texto filosófico, mas não é. Não pretende ser.
As relações humanas…elas são…ãhmm…extremamente complexas. Envolvem mais de uma pessoa (juura?) e talvez seja por isso. Porque ser uma pessoa é simples, ao menos você se entende. Agora se relacionar com alguém, seja da forma que for, é ser duas pessoas. E isso, meu amigo, é realmente complicado.
Uma relação não é como juntar duas pecinhas de Lego. Grudou, juntou, e é isso, depois se quiser, separa.
Não…é mais como misturar duas cores de massa de modelar, uma parte sempre fica na outra, e por mais que você tente tirar todos os resíduos, a cor sempre fica um pouquinho manchada. A não ser que você tire alguns pedaços. Mas se você fizer isso, vai estar perdendo um pouco das duas cores, certo?
E sem querer achei um exemplo muito bom do que eu quero falar. A partir do momento em que nos relacionamos de verdade com outra pessoa, que aceitamos nos misturar, não dá pra nos separarmos sem que percamos um pouco de nós mesmos.
Mas repare no que acontece se tentarmos misturar duas massinhas diferentes…uma mais mole e outra bem dura, por exemplo. Não vai misturar direito, a não ser que você invista algum tempo nessa tarefa.
E mais uma vez, as pessoas são assim. Quando duas pessoas muito diferentes tentam se juntar, percebem logo que não dá. Mas sei lá, às vezes por algum motivo elas resolvem se esforçar, e acabam virando uma só, encontrando um ponto de equilíbrio.
A questão é que muitas das vezes em que nos machucamos é quando ficamos tentando tirar de nós os pedacinhos da outra massinha. Nos machucamos porque, ao fazer isso, também estamos perdendo uma parte de nós. Então por que as pessoas simplesmente não se juntam com todos que lhe fizerem bem, e aceitam os vestígios que eles deixam como pedaços da própria identidade? Afinal, você também está deixando suas cores em outras pessoas (sem querer ser muito Cine ou Restart, eca), não é justo que simplesmente fique com algo em troca?
Então não tente encontrar pessoas perfeitas. Tente achar aquelas que vão deixar os pedaços mais preciosos em você, quando elas inevitavelmente se forem.
Relações de Massinha
3 julSexy X Vulgar
17 dez“Vivemos em um país tropical”. Essa é a desculpa de muitas mulheres para justificar roupas minúsculas (mesmo no inverno). Mas até que ponto é bonito mostrar o corpo? O que é bonito é pra se mostrar mesmo ou pra esconder?
Pensando nesse questionamento, onde sexy e vulgar parecem ser separados por uma linha tênue, fui perguntar aos principais interessados e pra quem a maioria das mulheres se arruma: os homens.
Ao serem questionados sobre que roupa fica mais sexy em uma mulher, a vitória foi esmagadora: vestido! Além de deixar a mulher super feminina (e eles amam as bem mulherzinhas), realça o corpo. Eles preferem os curtos (mas não extremamente curtos), com um decote apenas “insinuante, mas não escrachado” e acham que ombros de fora são realmente empolgantes.
Mas, o que diferencia uma mulher sexy de uma mulher vulgar?
“O exagero. A mulher vulgar mostra, a sexy insinua.” disse o Bruno, do Salve a Rainha, um dos caras com mais opinião no assunto.
“O jeito de andar, a maquiagem, e até o jeito de falar.” disse outro “entrevistado”. Ou seja, você analisa todo um conjunto, não só a roupa. Marilyn Monroe, musa desse post, conseguiu se tornar um ícone através das décadas exatamente por aquele jeito todo misterioso de falar e agir. Quer mais um exemplo? Dita Von Teese, uma modelo atriz stripper de luxo que segue o mesmo estilo da Marilyn. O vídeo dela no Programa do Jô arrancou comentários que por si só dizem tudo que eu quero resumir nesse post.
Portanto, podemos definir sensualidade como um conjunto harmônico de elegância, mistério, classe, bons modos, inteligência, beleza e bom-senso ao se vestir.
Dicas simples que fazem toda a diferença:
- O mais importante ao se escolher uma roupa é levar em conta o LOCAL. Você não pode ir a um restaurante como vai ao supermercado. Tampouco ir à faculdade como vai à um desfile de Carnaval (né Geisy?).
- Essa sua mãe provavelmente já te disse: decote e minissaia, nem pensar. Quando você mostra demais, não tem nada que alguém precise imaginar, e toda a graça vai embora, além da sua reputação. O bacana é deixar que fique “subentendido”; Talvez por isso é que as transparências tem sido cada vez mais vistas e usadas nos desfiles do mundo inteiro.
- Não só o lugar de destino deve ser pensado, mas o trajeto. Se você vai pra balada de ônibus e quer caprichar no decote, tudo bem, mas vale a pena usar um casaquinho ou algo do tipo no caminho. A não ser que vc curta todos aqueles idiotas assobiando e falando gracinhas.
Dentro do decente, não tem como errar!
Beijinho*
Dia de festa!
9 julNo momento em que recebemos um convite pra uma festa, começa aquela coisa: que vestido? que penteado? que brinco?
Pensando nisso e nas dúvidas enviadas pelas leitoras nos dois posts sobre vestidos que já fiz aqui, resolvi fazer um post completinho, com tudo pra você curtir o antes, o durante e o depois de qualquer tipo de festa. Preparem-se, a festa vai começar.
Os diferentes eventos e os trajes adequados.


Paulista, estudante, cozinheira por lazer, ama chuva, detesta lagartixa. Rock + 






