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Julie & Julia

30 jun

Meryl Streep é Julia Child e Amy Adams é Julie Powell na adaptação da escritora e diretora Nora Ephron de duas autobiografias de sucesso: Julie & Julia de Powell e My Life in France, de Julia Child com Alex Prud’homme.

Baseado em duas histórias reais, Julie & Julia intercala a vida de duas mulheres que, apesar de separadas pelo tempo e pelo espaço estão ambas perdidas… até descobrirem que com a combinação certa de paixão, coragem e manteiga, tudo é possível.

Julie & Julia é um filme encantador, principalmente para alguém como eu, que adora culinária (no entanto, gostar de culinária não é um fator determinante para se gostar do filme, ele é bom em outros aspectos também…).

Achei diferente mesclar duas histórias reais, duas biografias, dois livros, em um filme só. E o resultado deu mais do que certo. A forma como as personagens degustam os pratos, principalmente a Julia (convenhamos que a Meryl é bem mais experiente e competente do que Amy Adams…) é tão mágica e realista que fica difícil não querer ir direto pra cozinha!

Me apaixonei pela história, mesmo achando que o filme poderia ser mais curto e menos entediante depois da metade. Quem assistir há de concordar. E me apaixonei mais ainda quando ganhei do Gui, de Dia dos Namorados, o livro “Minha Vida na França”, da Julia Child, um dos que serviram de roteiro pro filme. Não terminei ainda, o que não me torna apta a fazer muitas críticas, mas estou achando ótimo! Todo o frescor da história está refletido no filme.

Fico feliz quando vejo adaptações livro>filme que deram certo, porque são raras. E uma adaptação DUPLA, bom, é de se admirar. Recomendo pra uma tarde de friozinho…seja em páginas, seja em pixels. =)

Links Relacionados:

- Trailer do filme (incorporação desativada ¬¬)

- Blog da Julie Powell que aparece no filme

- Fonte da sinopse

- Livro “Minha Vida na França”, de Julia Child

- Livro “Julie & Julia”, de Julie Powell

Bonequinha de Luxo

9 jun

Ontem assisti “Bonequinha de Luxo”…caara, como eu amo esse filme *__*

Fora os momentos que…não tem como descrever. As vezes acho que o filme fala comigo. Pra mim. De mim.

“Sabe qual é o seu problema, Srta. Quem-quer-que-seja? Você é medrosa. Não é corajosa. Tem medo de encarar a realidade e dizer ‘a vida é assim’. As pessoas se apaixonam. As pessoas pertencem umas às outras. É a única chance que têm de ser felizes. Você acha que é uma criatura livre e selvagem e morre de medo de que alguém a ponha em uma jaula. Bom, querida, você já está na jaula. Você mesma a construiu. Não importa para onde corra, está sempre trombando consigo mesma”

(Bonequinha de luxo – 1961)

Resenha: Avatar

19 dez

Título original: Avatar
Gênero: Ficção
Ano: 2009
País de origem: Estados Unidos
Distribuidora: Fox
Duração: 160 min.
Diretor: James Cameron
Elenco: Sam Worthington, Zoe Saldana, Sigourney Weaver

Se a ideia de entrar em outro universo te assusta, então fique em casa. Porque “entrar” ainda não é suficiente para descrever Avatar.
Por um milagroso conjunto de imagem e som, você entende e imagina o mundo de Pandora como algo real depois de alguns minutos de filme.
Quando li sobre todo o sucesso de Avatar, só se falava nas imagens, gráficos, cenários e em todo o uso do 3D, e eu tendia a pensar que então o enredo deveria ser péssimo. Bom, não só acho que tudo que se falava do visual chega a ser pouco como acrescento que o enredo, apesar de não ser nada absolutamente novo, é incrivelmente bem trabalhado, de forma que você só traça paralelos bem depois de assistir.
Pela primeira vez, o 3D foi usado de forma inteligente, para aprimorar a experiência de interação com o filme (algo muito adequado (e até necessário) para uma película que trata de outro universo)  ao invés de apenas exibir o recurso com aquelas cansativas cenas em que cacos e demais troços voadores “atingem” os olhos dos espectadores. Aqueles que forem esperando por isso certamente sairão decepcionados.

Jake Sully e Neytiri

James Cameron tratou o recurso 3D como um adendo a uma ideia por si só promissora, não como a principal atração.
É natural que filmes 3D anteriores explorassem ao máximo o recurso, como uma criança com um novo brinquedo: ela quer mostrar o que o brinquedo pode fazer ao invés de efetivamente brincar. Por isso esse filme é um marco: James foi o primeiro cara a brincar, e brincou com afinco.
Portanto, estou certa de que Avatar em 2D será igualmente fascinante.
Se você tiver a oportunidade de assistir, assista. Da forma que for.

Rony safadinho…

15 jan

Depois de Dan tirar a roupa e “brincar” com um cavalo e uma mulher na peça Equus, aparece essa:

Cuidado com as amizades!

Cuidado com as amizades!

Rupert Grint, o ator que fez o Rony nos filmes do Harry Potter, protagonizou cenas quentes em seu novo filme. Grint, no papel do jovem Malachy, contracenou com a atriz Kimberley Nixon, que interpreta Michelle, e mostrou que já pode interpretar personagens mais ousados.
Intitulado Cherrybomb, o novo longa conta a história de três adolescentes que resolvem se divertir com drogas, bebidas e até roubos de carros.
No entanto, o que era para ser apenas uma brincadeira vira uma situação perigosa e com final trágico. O filme ainda não tem data de estréia no Brasil. Alguém aí vai perder?

A outra imagem que saiu do filme, foi essa:

Hmm, bem menos sexy, não acham?

Hmm, bem menos sexy, não acham?

É esperar pra ver. Só falta a Hermione fazer um pornô agora. uahsuahsuahsuah

Pôster oficial do filme

Pôster oficial do filme

Sessão Pipoca

14 jan

A Troca

troca

Angelina no papel principal e Clint Eastwood no comando. Impressionou?

 A história é a seguinte: Christine Collins (Angelina Jolie) sai pra trabalhar e quando volta, o filho de 9 anos não tá mais lá. XD Depois de uma investigação policial de 5 meses, o filho é encontrado e volta para casa.

Maas (todo filme só acontece por causa do “Mas”) o garoto, segundo ela, não é verdadeiramente seu filho. Ela então decide lutar pra encontrar o filho verdadeiro, até que a polícia começa a chamá-la de insana e tenta mandá-la para um hospital psiquiátrico, alegando que é impossível que tenha acontecido A Troca. Além de ser um filme de época, é dirigido pelo Eastwood. Quero muito assistir!

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