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Isabella Brendler

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21 coisas que eu não me incomodaria em ganhar de presente

Ano passado fiz uma listinha também, e agora fiquei feliz em ver que conquistei a maioria das coisas que queria (e fui eu quem comprou a maior parte).

Então resolvi fazer de novo. Serve de inspiração para quem quer presentear alguma mulher, serve de inspiração pra quem quiser me presentear e serve de inspiração para as coisas que eu irei comprando quando tiver algumas dilmas sobrando.

Não esqueçam: o mais importante ainda é o sentimento. Eu preferiria ganhar um cupcake de 6 reais com um lindo cartão de alguém que me ama (e demonstra isso) do que ganhar tudo que tem nessa lista de alguém que tem muito dinheiro, mas nem gosta tanto de mim e não teve todo aquele carinho na hora de presentear. Afinal, Natal serve pra gente se lembrar dessas coisas: carinho, amor, presentear com prazer, comemorar a vida. Dinheiro é só uma parte. =)

presentes

 

Nós, Robôs

Muito se usa a robótica para estudar o cérebro humano, que está longe de ser um território completamente conhecido. Por consequência, criam-se (ou tenta-se criar) robôs que agem como humanos, e indo além, que pensam como humanos. Li um livro cujo primeiro capítulo é dedicado a explicar como é difícil transferir aquilo que somos capazes de fazer para um computador. Um computador, por exemplo, não consegue ver como vemos nem com a mais avançada câmera, porque nossa visão não se trata só de captura de imagem, mas de uma complicada interpretação que segue de tudo que observamos. E cada vez parecemos estar mais perto de desenvolver um humanoide com faculdades semelhantes às nossas, por maiores que sejam os desafios. (não quis me estender em bibliografias no meio do texto, mas na última frase cito o tal livro)

A robótica, enquanto máquinas semelhantes a humanos (pode chamar de androides), me parece um paradoxo. Queremos criar robôs que sejam praticamente humanos, mas ao mesmo tempo, temos medo disto. Mesmo que fizéssemos robôs capazes de pensar como um humano, ele não seria igual a nós, pois máquinas não erram a menos que as façamos programadas para errar.  Portanto, apesar de todo este esforço em copiarmos a nós mesmos, acredito que nunca quisemos isto de verdade pois sabemos que somos falhos. Estamos tentando nos aprimorar externamente.

Em “Eu, Robô” são fundamentadas as Três Leis da Robótica, que viraram um grande legado de Asimov para a ficção científica. Para aqueles que não conhecem, as três leis são:

  • 1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
  • 3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e/ou a Segunda Lei.

Basicamente, estas leis buscam preservar a coexistência de humanos e robôs. Mas a mim parece que é uma forma de manter os humanos sempre acima dos robôs em matéria de poder. “Ora, mas isto não é o mais sábio a se fazer?”, você poderia me perguntar. Não creio que seja. Há muito tempo nós, humanos, nos consideramos a “espécie mais desenvolvida”, o “supra-sumo (nossa, que expressão mais velha…) da evolução”, os “animais racionais” etc. Supondo que criemos máquinas à nossa imagem e semelhança (assim como criamos Deus, segundo Nietszche), exceto na capacidade de errar, não seria natural deixarmos o poder nas mãos delas? Não seriam elas um progresso artificial de nossa própria espécie?

Acompanho um pouco do esforço que se faz para criar um robô cada vez mais parecido com um humano, e temo que em algum momento iremos conseguir. Quando este dia chegar, milhões de questionamentos irão surgir, mas eu gostaria de focar no que me parece mais primordial: por que os robôs deveriam nos obedecer?

No que observo do mundo, a desonestidade cresce. A competição em nossa espécie não é (sempre) por comida, parceiros(as) ou território, como costuma ser nas outras espécies. Nós temos a ganância, a cobiça, sentimentos que nos levam a absurdos que deveriam ser impedidos por outros sentimentos, mas nem sempre são. Por outro lado, vemos pessoas com valores considerados bons serem massacradas por demonstrarem amor, afeto ou compaixão quando estas emoções contrariam interesses maiores. Será possível chegar em um ponto em que os sentimentos se tornem uma desvantagem?

Talvez a criação de um cérebro positrônico seja a evolução. Talvez nossa capacidade de ter emoções não seja mais útil num mundo futuro (ao menos o mundo atual parece caminhar para isso), o que faria os robôs, nossas próprias criações, serem selecionados pelo meio. Muito utópico? Provavelmente. Mas serve para demonstrar o ponto de que tememos nossos próprios defeitos a ponto de criarmos um ser desprovido deles, e ainda assim queremos controlar este ser e manter nossa superioridade.

Provavelmente deixei mais questionamentos do que respostas, mas questionamentos levam a reflexões. Robôs não teriam os defeitos que temos (e talvez um destes defeitos seja ter sentimentos demais). Se um dia conseguirmos criar algo tão perfeito como imaginou Asimov há 60 anos, talvez fosse mais sábio deixá-los governar e nos resignarmos à nossa obsolescência. É uma pena que sejamos egoístas demais para isso.

* Recentemente, reli “Eu, Robô”, de Isaac Asimov, e comecei a ler “Como a mente funciona” de Steven Pinker. Esta informação seria inútil se não tivesse gerado as reflexões que tentei traduzir neste texto.

Decorando Festas com Flores

Sábado fiz uma festa surpresa pra minha mãe, que fez aniversário no dia 19. Para a decoração, queria usar flores de vários estilos. Comprei várias plantinhas artificiais na 25 de Março (super barato e tem muita variedade), usei algumas ideias de Pinterest (como as rosas feitas com morangos e chocolate branco) e voilá…ela amou!

Clique nas fotos para ver a galeria. Elas ampliam para que vocês possam copiar as ideias!

 

Não vigie o coitado do seu namorado

O que motiva este post é esse texto aqui, da famigerada revista Nova.

Pra quem quer distância desse tipo de matéria, vou resumir do que se trata para fins totalmente didáticos: são dicas para as mulheres vigiarem a vida dos homens para descobrir o que eles andam fazendo, lançando mão de artifícios como fuçar no cesto de roupa suja, no lixo, na bolsa da academia do cara e daí pra pior.

No começo, eu não sabia o que dizer. Comecei a ler porque achei sinceramente engraçado. Depois me toquei que não é um texto de humor, tem MESMO gente que faz isso! Aí resolvi escrever pra dizer o que eu penso disso.

Acho normal namorar uma pessoa e se preocupar com ela. Normal não, necessário. Mas TUDO tem limite, tudo mesmo. E a partir do momento em que você é tão neurótica assim, não é só questão de se preocupar com a pessoa, é se preocupar COM VOCÊ do jeito mais ridículo e egoísta possível. Explico: vigiar o namorado 24hs demonstra um medo de perdê-lo tão grande que o amor já não justifica mais, é puro medo de ficar sozinha mesmo.

É impossível manter uma relação feliz com excesso de ciúme. Um vai se sentir infeliz por ser perseguido o tempo todo, e o outro se sente infeliz com tudo que desconfia e por ter o trabalho e a preocupação de vigiar. Pior ainda quando os dois são ciumentos demais. Sério gente, amor não é isso!

Acho que a raiz do ciúme exagerado é a falta de amor próprio. Quem não se ama o bastante acaba por entregar a própria felicidade nas mãos do outro, e teme o tempo todo que isso se perca. Não percebe que não há felicidade desse jeito, e que prender o outro é o jeito mais fácil de fazer ele querer se libertar.

Outra coisa é traição. Quando se trata disso, ninguém é inocente. Mas uma falha que mulheres ciumentas não percebem é que o cara muitas vezes trai porque tem vontade de terminar, mas não tem coragem porque sabe que a mulher vai reagir exageradamente. Então ele continua com ela, fingindo que tá tudo bem, metendo um monte de chifres, e ela nervosa e desconfiada 24 horas por dia. Ou seja, o tiro sai pela culatra. Você vigia pra não ser traída e acaba sendo traída de tanto vigiar.

Uma coisa que eu vejo as mulheres enchendo os sacos dos respectivos namorados/maridos: sair com os amigos. Mesmo que tenha pessoas do sexo oposto junto, e daí? Por que seu namorado não pode fazer isso? Se ele vai se interessar por qualquer piriguete que aparecer, a culpa é sua que escolheu um cara sem caráter. Se ele não tem caráter, alguém no mundo há de ter. Simples.

Por isso acho que a melhor coisa é não ter medo de ser traída, e confiar na pessoa que você escolheu para companheiro (a). Acho que traição é sinal de que algo não vai bem, então é melhor terminar mesmo. Ninguém é insubstituível. Nunca queremos perder alguém que amamos, e é importante tentar consertar os problemas enquanto der. Mas não é o fim do mundo se não der certo. Dói, machuca, irrita, mas passa, e o mundo tem bilhões de pessoas. Não faz sentido ser infeliz com uma se você pode ser feliz com outra. Também não faz sentido obrigar alguém a ficar com você se não é isso que a pessoa quer, você está se iludindo.

NOVA ensina técnicas avançadas para mulheres que querem se tornar profissionais na arte da espionagem. NOVA entrevistou sociólogos e detetives e montou um curso completo para espiãs da Investigação Amorosa.

Profissionais na arte da espionagem? Ótimo! Ser profissional em algo é bom, porque se a pessoa lê essas dicas realmente levando a sério é sinal de falta de trabalho pra fazer, de uma louça pra lavar…